SAÚDE

O controle do colesterol evita o agravamento de doenças cardíacas

30 de Novembro de 2018

Presente em boa parte dos alimentos, o colesterol é popularmente conhecido como o inimigo do coração e, quando acumulado nos vasos sanguíneos, pode provocar infarto, hipertensão, insuficiência cardíaca e acidente vascular encefálico. Apesar do excesso causar malefícios, o colesterol desempenha um importante papel no funcionamento do organismo, auxiliando na regeneração dos tecidos, dos ossos do corpo, na produção de hormônios sexuais e de vitamina D. Segundo o cardiologista do Sabin Medicina Diagnóstica, Eduardo Henrique Costa Vitor, a maioria das pessoas não apresenta sintomas imediatos das doenças relacionadas ao colesterol. Sinais de alerta podem surgir apenas quando o estado já está grave, com os entupimentos já estabelecidos.

Fonte: Google

A rotina de consultas pode antecipar o diagnóstico e tratamento adequado. A aterosclerose (entupimento nas artérias) é uma doença que tem início na infância e apresenta uma interdependência muito importante com vários fatores de risco cardiovascular, como as dislipidemias (DLP), nome técnico das alterações do colesterol e dos triglicerídeos. Estudos científicos demonstram que, a presença de DLP em jovens, aumenta a ocorrência de eventos coronarianos, no futuro, em um número de eventos 5 vezes maior. “A prevenção é sempre o melhor caminho, o ideal é ir uma vez ao ano ao cardiologista. Mas, em casos de histórico familiar (infarto ou derrame) ou já ser portador de doença cardíaca, podem requerer uma frequência maior de consultas médicas”, explica o especialista.

Ressalta-se que as pessoas com níveis muito elevados de colesterol devem, ainda, investigar a hipercolesterolemia familiar, doença grave que implica em um risco maior de infarto. De acordo com o Ministério da Saúde, aproximadamente 40% da população brasileira possui colesterol alto e doenças associadas a esse problema, com o infarto e o derrame (AVE – Acidente Vascular Encefálico) apontados como as principais causas de morte no mundo. Durante o acompanhamento médico, o cardiologista Eduardo Henrique destaca que a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) recomenda a realização regular de exames para avaliação das taxas de colesterol HDL (chamado de “colesterol bom), colesterol LDL (considerado o “colesterol ruim”), triglicerídeos, lipoproteína A (um marcador de risco adicional), PCR-us (proteína C reativa ultrassensível) e outros.

Fonte: Wikipedia

O médico destaca que o pleno alcance das metas de tratamento depende de atenção ao estilo e qualidade de vida: adequado comportamento nutricional, perda de peso, atividade física regularmente, cessação do tabagismo.

 Fonte: Revista Saúde Uberlândia – edição 12

Generic placeholder image
Cecília Constantino
Aluna do curso de Produção Multimídia, redatora, atendimento publicitário e promotora de eventos.

Voltar